Aria, clima, elettrificazione, acque e biodiversità. 5444 articoli raccolti da fonti istituzionali e specializzate, classificati per area ambientale e linkati al porto di riferimento.
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario Maersk lanzó una solución dedicada al transporte de baterías de iones de litio dentro de su La entrada Maersk entra en mercado estadounidense de logística de baterías de iones de litio se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario/Agencia Anadolu @PortalPortuario El tráfico de buques comerciales a través del estrecho de Ormuz aumentó a su nivel La entrada Tráfico a través del estrecho de Ormuz llega a 25 buques comerciales en un solo día se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redação PortalPortuario @PortalPortuario A Autoridade Portuária Federal – Codeba acaba de consolidar um dos melhores desempenhos financeiros de sua La entrada Codeba confirma solidez financeira com liquidez recorde de R$ 331,2 milhões se publicó primero en PortalPortuario .
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A Autoridade Portuária Federal – Codeba acaba de consolidar um dos melhores desempenhos financeiros de sua história. A companhia alcançou uma posição de liquidez recorde de R$ 331,2 milhões, resultado que evidencia a eficiência da gestão operacional, a recuperação estratégica de ativos e a robustez de sua governança financeira. O resultado também garante o pagamento de dividendos aos Governos e da Bahia.
De acordo com o Relatório Anual sobre o Risco da Evolução dos Benefícios a Empregados 2025, elaborado pela Área de Compliance, Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos, a Companhia superou amplamente as projeções conservadoras que estimavam um saldo de caixa de R$ 201,7 milhões ao final do exercício.
O resultado efetivo representou um superávit de R$ 129,5 milhões acima do previsto e pode ser considerado ainda mais expressivo ao observar que o planejamento financeiro previa significativa utilização de recursos em investimentos estratégicos, incluindo estudos para a Hidrovia do São Francisco e intervenções nos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus.
“Este é o reflexo do trabalho feito com planejamento e comprometimento da equipe gestora e de todos os trabalhadores portuários e nada mais justo do que compartilharmos este resultado. A participação nos resultados encontra-se em fase de cálculo dos valores individuais e está prevista para ser depositada já no mês de julho, após análise da Gerência Jurídica da Codeba e autorização para o pagamento dos dividendos aos acionistas”, anuncia o presidente da Codeba, Antonio Gobbo.
Segundo o relatório, três fatores foram determinantes para o resultado alcançado: o fortalecimento das receitas decorrentes do novo tarifário portuário, a recuperação de ativos patrimoniais por meio da renegociação contratual com a Ultracargo, que resultou na recuperação de aproximadamente R$ 15 milhões, e a gestão eficiente das provisões financeiras, permitindo que a Companhia encerrasse o exercício com lucro líquido de R$ 31,6 milhões, já considerando o impacto da participação nos resultados.
Gobbo destaca que a inovação da gestão está não apenas no lucro apurado, mas também na execução do orçamento executado. “Na verdade, a execução orçamentária é o grande objeto social da empresa pública, que é retornar sobre a forma de investimentos o dinheiro do contribuinte. Um dos componentes de avaliação dos resultados é também a capacidade de execução do orçamento de investimento, por isso, o orçamento de investimento entrou no cálculo de avaliação de resultados para pagamento dos lucros e o que antes era simplesmente participação dos lucros agora é participação dos resultados”, explica.
Os indicadores financeiros confirmam a capacidade da Codeba de honrar seus compromissos de curto e longo prazo. A Liquidez Corrente atingiu 720%, superando inclusive o índice de 666% registrado em 2024, enquanto a Liquidez Imediata alcançou 644%, frente aos 618% do exercício anterior.
“Na prática, isso significa que para cada R$ 1,00 de obrigação de curto prazo, a Companhia dispõe de mais de R$ 6,00 em ativos conversíveis, proporcionando elevada segurança operacional e financeira”, exemplifica Antonio Gobbo ao reforçar que esta avaliação técnica confirma a capacidade da Autoridade Portuária de sustentar investimentos, cumprir obrigações trabalhistas e preservar sua sustentabilidade institucional.
A solidez econômica da Codeba confirma a capacidade da Companhia em manter reservas financeiras suficientes para cumprir integralmente suas obrigações previdenciárias e assistenciais, ao mesmo tempo em que preserva recursos para investimentos estratégicos voltados ao desenvolvimento do sistema portuário baiano.
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario La Autoridad Portuaria Federal – Codeba consolidó uno de los mejores resultados financieros de su historia. La entrada Codeba confirma solidez financiera con liquidez récord de USD 64,2 millones se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario El Índice de Contenedores Intra-Asia de Drewry (IACI) subió un 1% esta semana hasta alcanzar los La entrada Tarifas de contenedores en Asia alcanzan su nivel más alto desde 2023 se publicó primero en PortalPortuario .
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Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario El Complejo Portuario Industrial de Suape movilizó 11.268.644 toneladas de carga entre enero y mayo de La entrada Brasil: Complejo Portuario de Suape supera 11,2 millones de toneladas gestionadas en primeros cinco meses de 2026 se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario La Asociación Nacional de Agentes de Naves de Chile (Asonave) dio a conocer que María Paz La entrada María Paz Rivera es elegida como presidenta del Consejo Local de Asonave en Puerto Montt se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario El World Container Index (WCI) de Drewry registró un aumento de 12% esta semana, situándose en USD 3.969 por La entrada Tarifas en principales rutas marítimas sube 12% durante última semana se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redação PortalPortuario @PortalPortuario A Autoridade Portuária Federal na Bahia (Codeba) e a Marinha do Brasil avançam na articulação para La entrada Codeba e Marinha do Brasil alinham ações para entrega das embarcações operacionais da Hidrovia do São Francisco se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario La Autoridad Portuaria Federal de Bahía (Codeba) y la Armada brasileña están avanzando en la coordinación La entrada Brasil: Codeba y Armada brasileña coordinan entrega de buques operativos para hidrovía de São Francisco se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario APM Terminals Callao atendió al Glovis Leader, el car carrier más grande del mundo. La nave La entrada Car Carrier más grande del mundo es atendido por APM Terminals Callao se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redação PortalPortuario @PortalPortuario O Porto do Itaqui alcançou, em maio de 2026, um novo marco em sua trajetória logística La entrada Porto do Itaqui registra recorde histórico de soja e granéis sólidos em maio se publicó primero en PortalPortuario .
Por Redação PortalPortuario
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O Porto do Itaqui alcançou, em maio de 2026, um novo marco em sua trajetória logística ao registrar recordes na movimentação de granéis sólidos e de soja. Os resultados reforçam o papel estratégico do complexo portuário maranhense para o escoamento da produção agrícola brasileira e consolidam sua posição como um dos principais corredores logísticos do Arco Norte.
Somente no mês de maio foram movimentadas 2,76 milhões de toneladas de granéis sólidos, o maior volume já registrado pelo Porto do Itaqui em um único mês. Desse total, a soja respondeu por 2,18 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde para a commodity e superando a marca anterior de 2,15 milhões de toneladas.
A movimentação reflete a crescente importância do porto para o escoamento da produção do Matopiba e do Centro-Oeste brasileiro. Em maio, os granéis sólidos representaram cerca de 71% de toda a carga movimentada, seguidos pelos granéis líquidos (24%) e pela carga geral (4,3%). No acumulado de 2026, o Porto do Itaqui já soma 13,37 milhões de toneladas movimentadas.
Para a presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Oquerlina Costa, os resultados são fruto de um trabalho contínuo de planejamento, investimentos e aprimoramento operacional. “Esse resultado é reflexo do empenho diário das nossas equipes e de uma gestão comprometida com a melhoria contínua dos serviços prestados pelo Porto do Itaqui. Temos investido em infraestrutura, inovação, eficiência operacional e integração logística para atender ao crescimento da demanda com cada vez mais qualidade e competitividade. Os recordes que estamos alcançando mostram que estamos no caminho certo e nos motivam a seguir avançando para que novas marcas sejam conquistadas nos próximos meses”, destacou.
O crescimento da movimentação acompanha uma transformação logística que vem sendo consolidada ao longo dos últimos anos. De acordo com o Anuário Agrologístico da Conab, o Arco Norte se tornou a principal fronteira logística para o escoamento da produção agrícola nacional, tendo o Porto do Itaqui como um de seus principais protagonistas.
Os números evidenciam esse avanço. A movimentação de grãos pelo Porto do Itaqui passou de 11,55 milhões de toneladas em 2021 para 20,14 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de aproximadamente 74% no período. O desempenho é resultado de investimentos contínuos em infraestrutura, eficiência operacional e integração entre os diferentes modais logísticos.
Segundo o gerente de Logística da Emap, Gervásio Reis, os recordes refletem a capacidade operacional do porto e a eficiência da cadeia logística que atende a região. “Os resultados demonstram a maturidade logística alcançada pelo Porto do Itaqui. Temos trabalhado de forma integrada com operadores, terminais, ferrovias e demais parceiros para garantir maior fluidez nas operações e reduzir gargalos ao longo da cadeia. Esse desempenho evidencia a capacidade do porto de absorver o crescimento da produção agrícola brasileira mantendo elevados padrões de eficiência operacional”, afirmou.
Por Redacción PortalPortuario @PortalPortuario El Puerto de Itaqui alcanzó un nuevo hito en su historia logística, al registrar volúmenes récord La entrada Brasil: Puerto de Itaqui registra récord histórico en manejo de soja y carga sólida a granel durante mayo se publicó primero en PortalPortuario .
Un artificio contabile del Ministero delle infrastrutture evita la perdita delle risorse Pnrr (32 milioni), ma il progetto slitta almeno al 2028. Entro l'anno i test sulle banchine crociere L'articolo Salvi i fondi per il cold ironing dei traghetti nel porto di Genova proviene da Shipping Italy .
I 32 milioni di euro che il Pnrr aveva stanziato per l’elettrificazione delle banchine che a Genova ospitano i traghetti (la tipologia di nave che peraltro, secondo un recente studio finanziato da altri fondi del Piano, genera più emissioni nel capoluogo ligure) non andranno persi.
L’allarme era stato sollevato dalla Corte dei Conti che, come svelato nei giorni scorsi da SHIPPING ITALY, aveva definito “intervento non coerente con le tempistiche Pnrr” il progetto dell’Autorità di sistema portuale genovese, dato che, malgrado la prima tranche di finanziamento fosse arrivata già nel 2025 in modo da chiudere entro fine 2026 e rispettare i tempi del Pnrr, ad oggi non è nemmeno arrivato alla fase di bando.
Nello stesso report dei magistrati contabili, datato alla fine del maggio scorso, si evidenziava come, per tenere in piedi il progetto, fossero in corso “valutazioni dell’Adsp sulla ammissibilità del finanziamento a valere su risorse nazionali”, mentre l’ente, ammettendo che il completamento non sarà comunque possibile prima del 2028, quanto alle risorse spiegava che il cold ironing ‘add on’ (questo il nome del progetto) “dispone di specifiche risorse dedicate attraverso il Fondo Infrastrutture”.
La pubblicazione in Gazzetta ufficiale di un decreto del Ministero delle infrastrutture e dei trasporti (che risale però a fine aprile) svela ora il provvedimento approvato dal dicastero per evitare la dispersione dei fondi europei (e l’eventuale restituzione di quanto già incassato). Nel decreto si spiega come l’Adsp abbia ancora in corso gli appalti di elettrificazione delle banchine crociere di Genova e Savona, essendosi i lavori dilungati ben oltre quello che doveva essere il termine originariamente previsto. Tali appalti erano finanziati per complessivi 29,4 milioni da risorse stanziate da un decreto ministeriale del 2020 che, a differenza del Pnrr, non prevedeva un termine ultimo per l’impiego.
Ora col nuovo provvedimento si fa presente come i due progetti abbiano maturato extra-costi per 900mila euro e 1,7 milioni di euro che portano il totale a 32 milioni, identico allo stanziamento Pnrr per la parte di progetto ‘add on’ per il cold ironing. Cosa che li rende finanziabili con risorse Pnrr, sicché le risorse del 2020 saranno disimpegnate e lasciate ad Adsp per altri usi (implicito il riferimento al cold ironing dei traghetti rimasto scoperto), mentre le risorse Pnrr saranno girate su questi due progetti che, già a livello avanzato di sviluppo, possono rispettarne la prevista scadenza.
Rimandato quindi quantomeno al 2028 l’allacciamento alla corrente per alcune delle banchine dedicate ai traghetti a Genova (se e quando si provvederà con le gare per individuare i fornitori, altro capitolo rimasto in sospeso), le risorse per realizzarlo almeno non saranno sprecate. Appuntamento invece al secondo semestre 2026 per i primi test sulle banchine di Stazioni Marittime dedicate alle navi da crociera sotto la Lanterna.
A.M.
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📰 Offshore EnergyMedia📅 2026-06-19📍 New York/NJenElettrificazione · cold ironing
Denmark-headquartered power cable manufacturer and installation player NKT, alongside other players breathing life into an underwater high-voltage direct current (HVDC) cable project between the U.S. and Canada, has participated in the launch of the cross-border transmission development, which opens a clean energy corridor between New York City and Québec, bringing renewable Canadian hydropower to feed the Big Apple’s green transition. The post New York City switches on $6 billion HVDC link to fuel Big Apple with Canadian hydropower appeared first on Offshore Energy .
Denmark-headquartered power cable manufacturer and installation player NKT, alongside other players breathing life into an underwater high-voltage direct current (HVDC) cable project between the U.S. and Canada, has participated in the launch of the cross-border transmission development, which opens a clean energy corridor between New York City and Québec, bringing renewable Canadian hydropower to feed the Big Apple’s green transition. NKT has confirmed its participation in the official inauguration of the 400 kV HVDCChamplain Hudson Power Express (CHPE)transmission line in New York City in the United States, with its customers,Transmission Developers (TDI), a Blackstone company, andHydro-Québec. The interconnector spans more than 600 kilometers (372 miles) from Québec, Canada, to the heart of New York City, representing what is considered to be a major step in transforming the city’s energy system capable of supplying enough Canadian hydropower to cover up to 20% of electricity demand. This is equivalent to power approximately one million households. Following thecontract awardin 2022, the Denmark-headquartered firmexecutedthe turnkey project that comprised engineering, manufacturing as well as installation of the 400 kV HVDC power cable system. Claes Westerlind, President and CEO of NKT, commented:“The inauguration of the Champlain Hudson Power Express is a tremendous milestone for NKT and the transition to renewable energy in New York City. “It reflects the value of strong collaboration and long-term partnerships, and it has been a privilege to work with TDI, Hydro-Québec and our partners to realise this important project contributing to the energy transition in the United States.” This content is available after accepting the cookies. ‘Great progress’ in cable laying ops at mega $6 billion US-Canada subsea link to power Big Apple with renewables The transmission line, which reached commercial operation ahead of schedule in May, involved extensive manufacturing as well as large-scale onshore and offshore installation works across multiple environments, including Lake Champlain and the Hudson and Harlem rivers. NKT previously completed the grid connection on the Canadian side of the border, enabling a fully integrated transmission link to New York City. The commissioning follows years of planning, development and installation, and was marked at the official inauguration event held in New York City on June 16, 2026. The $6-billion Champlain Hudson Power Express is now capable of transmitting up to 1,250 megawatts of renewable hydropower from Canada to New York City as a substantial contribution to the city’s energy transition. Justin Sauber, CEO of TDI, highlighted:“You cannot build a world-class transmission line that transforms the lives of millions of New Yorkers without world-class cable. NKT’s partnership on CHPE, from the early days of development through testing and commissioning, was critical to the success of CHPE. “On behalf of the entire TDI team, I want to thank NKT for its contributions to this landmark moment for New York City.” Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
Norway’s state-owned energy giant Equinor and its partners - Petoro, Shell, TotalEnergies, and ConocoPhillips – have set their cap on investing just over NOK 4 billion (around $410–420 million) in a new subsea development, which will boost gas production from a field in the Norwegian sector of the North Sea. The post Up to $420 million investment in North Sea subsea project unleashing more European gas appeared first on Offshore Energy .
Norway’s state-owned energy giant Equinor and its partners – Petoro, Shell, TotalEnergies, and ConocoPhillips – have set their cap on investing just over NOK 4 billion (around $410–420 million) in a new subsea development, which will boost gas production from a field in the Norwegian sector of the North Sea. As both the industry and the authorities focus on simplifying processes, reducing costs, and bringing new volumes on stream more quickly, among many subsea projects planned on the Norwegian Continental Shelf (NCS) in the coming years is Troll West Increased Gas Recovery North, or otherwise known as theTWIN project, which is expected to contribute around 11 billion standard cubic meters of gas. This development is the third step ofTroll phase 3, which produces gas from theTroll Westreservoir at theTroll fieldin the North Sea offshore Norway. The second step will come on stream during 2026 and will ensure continued high production fromTroll Aand Kollsnes towards 2030. According to Equinor, both the platform and the onshore plant are powered by electricity from shore, meaning the gas will be produced with very low emissions. The project consists of two wells in a template and a pipeline connected to existing subsea facilities, with the umbilical and MEG line to be extended to the new development. This content is available after accepting the cookies. Equinor-Aker BP pact accelerating development of oil & gas discoveries The partners in the TWIN project are Equinor ( 30,55%, operator), Petoro (55,93%), A/S Norske Shell (8,19%), TotalEnergies EP Norge (3,69%), ConocoPhillips Skandinavia (1,64%). An environmental impact assessment has been carried out; thus, the operator claims that the partnership will now send an announcement to the Ministry of Energy concerning the development in accordance with the Petroleum Act. Gunnar Nakken, Senior Vice President for Projects and Subsea Norway at Equinor, commented:“We have an ambition to start production as early as 2028. By simplifying, increasing standardisation and reusing existing infrastructure and equipment, we are reducing costs and enabling faster production, in line with our new ways of working. The project helps sustain jobs, value creation and secure gas exports to Europe from Troll A and Kollsnes.” The Norwegian giant aims to produce 1.3 million barrels per day from the NCS in 2035. The Troll field is said to contain about 40% of the total gas reserves on the Norwegian Continental Shelf and constitutes the cornerstone of the country’s gas production. This content is available after accepting the cookies. $2 billion North Sea project unlocking new oil & gas barrels The gas from Troll alone meets around 10% of Europe’s gas needs, based on the information Equinor provided. The company underlines that the annual energy production from the Troll field is equivalent to about three times annual Norwegian hydropower production. “Our fields are ageing, new discoveries are smaller and costs are increasing. If we are to continue delivering, we need to do something radically different. Our ambition is to halve costs and execution time for our subsea projects and develop six to eight such projects per year towards 2035,”emphasized Nakken. This investment announcement for the TWIN project comes shortly after Equinordisclosed a conceptfor a development combining several North Sea discoveries into a single project, with estimated gross resources of approximately 240 million barrels of oil equivalent. This content is available after accepting the cookies. Several North Sea oil & gas discoveries fusing into large subsea tie-back project Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
Canada-based Valeura Energy, an oil and gas company, has wrapped up its multi-well drilling campaign, which led to an oil production boost at an oil field off the coast of Thailand, Southeast Asia. The post Eight-well drilling program ups oil output at Southeast Asian offshore field appeared first on Offshore Energy .
Canada-based Valeura Energy, an oil and gas company, has wrapped up its multi-well drilling campaign, which led to an oil production boost at an oil field off the coast of Thailand, Southeast Asia. Valeura Energy has confirmed the completion of an eight-well drilling campaign on itsNong Yao fieldat block G11/48, where the company holds a 90% operated working interest in the Gulf of Thailand. The drilling program, which includes the firm’s first-ever multi-lateral development well, encompassed one appraisal well that encountered its target as intended, and will give rise to future development drilling at theNong Yao Aplatform. The remaining seven wells were drilled as horizontal development wells from both the Nong Yao A andBplatforms, encountering their targets and being brought online as producers. Among the development wells was NYA-42ST1H, said to have set a new Gulf of Thailand record for the longest horizontal lateral ever drilled, measuring 4,960. As a result of the drilling program and awell workover campaignconducted concurrently on the Nong Yao B andCplatforms to optimise well performance, the aggregate oil production volumes from the Nong Yao field have increased to rates of approximately 10,500 bbls/d over seven days ending June 16, 2026, compared to production rates averaging 8,870 bbls/d for the seven days ending April 4, 2026. Dr. Sean Guest, Valeura’s President and CEO, commented:“We continue to access new oil reservoirs with ongoing drilling, and have again increased production from the Nong Yao field, our largest producing asset. “Moreover, in this campaign, our team has demonstrated the potential for multi-lateral drilling in the Gulf of Thailand as a way to enhance the efficiency of what is already a world-class drilling and completions organisation. This continues our long tradition of embracing new technology, and sets the stage to deploy this approach broadly across our portfolio.” Regarding Valeura’s first-ever multi-lateral well, the company constructed within the wellbore NYB-02ST1 a complex junction point from which two separate horizontal production legs were drilled in turn, each targeting a different reservoir interval and were recorded as two separate development wells. The firm claims that this was the first multi-lateral with such level of complexity ever attempted in Thailand. The two lateral development intervals are now delivering oil production from two separate development targets, while occupying only one well slot on the wellhead facility. The multi-lateral approach fits well with Valeura’s objective to maximise the production potential of its facilities. Since the company sees potential for multi-lateral drilling across its portfolio, it is evaluating its forward drilling schedule to identify suitable candidates on its other Gulf of Thailand fields. These candidates may lend themselves to wells with two or more separate lateral production legs. Valeura’s contracted drilling rig has now been mobilised to the Jasmine fieldin block B5/27, where the firm plans to conduct a five-well drilling program. This multi-well program comprises three single-bore development wells and a two-wellbore multi-lateral development well. Borr Drilling’s 2013-builtMistjack-up rig ison hirewith Valeura until August 2026 for drilling activities in Thailand. Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
📰 Ilgiornale.it📅 2026-06-19📍 La SpeziaitElettrificazione · cold ironing
Collaborazione tra pubblico e privato chiave per affrontare le sfide del futuro: dalla crescita economica al rafforzamento delle infrastrutture fino alla sostenibilità ambientale
Si è svolto presso l’Auditorium “Giorgio S. Bucchioni” alla Spezia, l’incontro “Liguria Orientale 2030 – Porto, infrastrutture e sostenibilità come motore di sviluppo territoriale”, promosso dall’Autorità di Sistema Portuale del Mar Ligure Orientale e da Confindustria La Spezia, in collaborazione con ITEC Engineering e con il patrocinio di ANCE La Spezia e Confindustria Liguria. L’iniziativa ha riunito rappresentanti delle istituzioni, del sistema portuale, del mondo produttivo, delle infrastrutture e della logistica, offrendo un’importante occasione di confronto sulle prospettive di crescita della Liguria orientale e sulle sfide che attendono il territorio nei prossimi anni. Al centro del dibattito, la necessità di consolidare una visione condivisa dello sviluppo, fondata sul rilancio della competitività del porto e sull’integrazione con il territorio.
Nonostante il preoccupante contesto geopolitico e gli scenari conflittuali che stanno caratterizzando questo periodo, con ripercussioni sulle dinamiche del commercio internazionale e del trasporto marittimo, i porti del Mar Ligure Orientale hanno dimostrato una notevole capacità di resilienza. In particolare, il porto della Spezia si conferma secondo hub italiano per importanza nel traffico gateway.
Andrea Cantadori, Prefetto della Spezia, ha osservato che: “Il mare, luogo di innovazione, turismo, industria e ricerca, rappresenta da sempre una risorsa strategica per questa città, che conosce bene il valore della connessione tra territori e competenze. Il format di questa giornata, oltre a valorizzare le eccellenze imprenditoriali, punta a trasformarle in un vero e proprio asset per il sistema produttivo locale. È necessario rafforzare un sistema in cui imprese, università e istituzioni pubbliche sappiano collaborare in modo condiviso, con una prospettiva orientata al medio e al lungo termine".
Per Marco Bucci, Presidente Regione Liguria: “Porto, infrastrutture e sostenibilità non sono obiettivi alternativi, ma elementi che devono crescere insieme all’interno di una visione strategica condivisa. Guardando al 2030, immaginiamo una Liguria sempre più competitiva, interconnessa e protagonista nei grandi corridoi logistici europei e mediterranei. Il porto della Spezia sarà uno dei pilastri di questo sviluppo, grazie a investimenti nell’intermodalità, nella logistica sostenibile, nelle connessioni ferroviarie e nell’innovazione. Come Regione stiamo lavorando per costruire oggi le condizioni che consentiranno alle nuove generazioni di vivere in un territorio più moderno, attrattivo e capace di coniugare crescita economica, tutela dell’ambiente e qualità della vita. Il 2030 non è un orizzonte lontano: è una sfida che dobbiamo affrontare adesso, insieme, attraverso la collaborazione tra istituzioni, imprese e territori”.
Il Sindaco della Spezia, Pierluigi Peracchini, ha sottolineato che: "Siamo una città che sta crescendo in modo molto significativo. I cambiamenti geopolitici e demografici, insieme al grande impulso tecnologico proveniente dall’Asia, ci impongono di avere il coraggio di accelerare i progetti già in cantiere. È necessario tutelare il sistema economico e produttivo per garantire un equilibrio tra il porto e la città. Occorre inoltre dare risposte concrete ai cittadini e al nostro tessuto sociale, coniugando sviluppo e coesione attraverso la realizzazione delle infrastrutture necessarie a favorire collegamenti più efficienti e una crescita sostenibile del territorio".
Secondo Bruno Pisano, Presidente dell’Autorità di sistema Portuale del Mar Ligure Orientale: "L’incontro di oggi ha rappresentato un’importante occasione di confronto e approfondimento, durante la quale abbiamo fatto il punto sui principali progetti che interessano il Porto della Spezia. Ci troviamo in una fase particolarmente dinamica, caratterizzata da numerose novità e opportunità per il territorio: dalla Zona Logistica Semplificata (ZLS) agli investimenti degli operatori privati, fino alle opere infrastrutturali strategiche in corso di realizzazione. A questi interventi si affiancano le attività dedicate alla sostenibilità ambientale che stiamo portando avanti, con particolare attenzione al progetto di cold ironing. Si tratta di iniziative che contribuiranno a rafforzare la competitività dello scalo e a costruire un’immagine nuova, moderna e sempre più sostenibile del Porto e della città della Spezia, proiettandoli verso le sfide e le opportunità del futuro".
Per Mario Gerini, Presidente Confindustria Liguria: “I porti di Genova, Savona-Vado e La Spezia rappresentano asset strategici non soltanto per il traffico marittimo nazionale e internazionale e per la costruzione navalmeccanica, ma anche per l’erogazione di servizi a valore aggiunto – quali attività di assemblaggio, lavorazioni leggere, operazioni doganali avanzate ecc. - a supporto delle filiere industriali. Servizi che favoriscono l’accesso delle realtà produttive ai principali snodi di scambio internazionale, riducendo i costi della logistica e i tempi di attraversamento delle merci. L’adozione di piattaforme digitali condivise, di sistemi di gestione integrata dei flussi merci e strumenti avanzati di monitoraggio e tracciabilità consentono inoltre di migliorare il coordinamento tra operatori logistici, autorità portuali e imprese manifatturiere, contribuendo ad aumentare l’efficienza complessiva delle catene di approvvigionamento”.
Per Roberto Vallarino, Amministratore Delegato ITEC Engineering S.r.l.: “Partecipare a un appuntamento come quello di oggi, dedicato al futuro della ‘Liguria Orientale’, rappresenta non solo motivo di orgoglio, ma anche una responsabilità verso il territorio in cui operiamo. La nostra esperienza ci insegna che la capacità di analizzare i fabbisogni del territorio è il primo passo per immaginare scenari di sviluppo che coniughino funzionalità delle infrastrutture, benessere collettivo, crescita delle comunità locali e impatti positivi sul sistema Paese. Crediamo che la collaborazione tra pubblico e privato sia la chiave per affrontare con successo le sfide del futuro: dalla crescita economica al rafforzamento delle infrastrutture fino alla sostenibilità ambientale. Le infrastrutture rappresentano la spina dorsale dello sviluppo territoriale: che si parli di capacità logistica dei porti o di reti di trasporto efficienti, ogni investimento in questo ambito non è soltanto un progresso operativo, ma una leva essenziale per accrescere la competitività del sistema produttivo e attrarre nuovi investimenti. Solo infrastrutture moderne, integrate e capaci di dialogare con il territorio, che rispondano ai bisogni dell’economia e della cittadinanza, possono garantire uno sviluppo durevole e sostenibile. In questa prospettiva, siamo impegnati a portare innovazione tecnologica e soluzioni avanzate a servizio dei progetti territoriali, convinti che un approccio integrato permetta di cogliere appieno le opportunità offerte dalle trasformazioni in atto”.
Alessandro Laghezza, Presidente di Confindustria La Spezia, intervenendo sul tema della Zona Logistica Semplificata, ha sottolineato come la ZLS rappresenti un’opportunità strategica per accompagnare uno sviluppo strutturato del territorio, favorendo al contempo una pianificazione più efficace degli investimenti da parte delle imprese. “Come Confindustria La Spezia – ha dichiarato – vogliamo contribuire concretamente alla piena operatività della ZLS, affinché diventi un reale motore di crescita economica e industriale. Questo strumento può offrire alle aziende condizioni più favorevoli per investire, grazie al credito d’imposta e alla riduzione degli adempimenti burocratici e a un quadro più certo e semplificato. Il nostro impegno sarà quello di dialogare costantemente con le imprese e con tutti gli enti coinvolti, per facilitare l’attuazione delle misure previste e valorizzare appieno le potenzialità della ZLS a beneficio del territorio”.
Alberto Bacigalupi, Presidente di ANCE La Spezia, nel suo intervento ha dichiarato: “Le infrastrutture non sono un costo, ma un investimento strategico per la crescita, la sicurezza e la competitività del nostro territorio. La Spezia sta vivendo una fase di sviluppo importante, trainata dal porto, dall’industria, dalla cantieristica, dalla logistica e dai settori ad alta tecnologia. Tuttavia, questa crescita si appoggia su un sistema infrastrutturale che presenta evidenti fragilità e che non offre adeguate alternative in caso di emergenza o interruzione dei principali collegamenti. Come ANCE La Spezia riteniamo che il tema infrastrutturale debba uscire dalla logica dell’emergenza e diventare una priorità condivisa da istituzioni, imprese e comunità locale. Le infrastrutture sono la condizione necessaria per attrarre investimenti, creare occupazione, trattenere talenti e garantire qualità della vita”.
Per Lucilla Mattei, Direttore Operativo di RAM S.p.A.: “La competitività del sistema portuale e logistico italiano si costruisce attraverso una visione integrata delle infrastrutture e dei corridoi di trasporto. In questo quadro, la Liguria orientale si conferma un nodo strategico di connessione tra porti, retroporti e reti di collegamento nazionali ed europee. Puntare su intermodalità, digitalizzazione e sostenibilità significa rendere più efficiente l’intera catena logistica, rafforzare l’attrattività dei territori e generare nuove opportunità di crescita per il sistema Paese. In questa prospettiva, è fondamentale continuare a investire in innovazione e coordinamento tra tutti gli attori della filiera logistica, per rendere stabili e duraturi i benefici degli interventi infrastrutturali".
Secondo Errico Stravato, Amministratore Delegato di Sogesid S.p.A., la Società di ingegneria ambientale dello Stato: “La Spezia e la Liguria orientale rappresentano un laboratorio strategico per lo sviluppo sostenibile del sistema portuale italiano. Le sfide che interessano questi territori richiedono una visione integrata, capace di coniugare competitività, transizione ecologica e digitalizzazione. Con il progetto Porti 2040, Sogesid S.p.A. è impegnata a contribuire all’evoluzione dei porti italiani come piattaforme avanzate per l’energia e la logistica, promuovendo una gestione delle infrastrutture secondo una logica di sistema e di rigenerazione delle aree portuali e retroportuali. In questo percorso, la collaborazione tra soggetti pubblici e privati riveste un ruolo determinante.
Sogesid è pronta a mettere a disposizione le proprie competenze tecnico-ambientali e di project management, favorendo modelli di partenariato capaci di valorizzare le diverse capacità operative e di accompagnare la crescita sostenibile dei territori”.
All’evento ha preso parte Carlo De Simone, Subcommissario ricostruzione di Genova.
Dove si trova Favignana e come arrivare davvero preparati Favignana è la maggiore delle isole Egadi, davanti alla costa occidentale della Sicilia, proprio di fronte a Trapani. Vederla su una mappa aiuta a capire perché è così comoda: è abbastanza vicina alla …
I l primo impatto con Favignana spesso è un rumore preciso: quello delle biciclette sul selciato e del vento che arriva dal mare senza ostacoli. Il porto, i gommoni che vanno e vengono da Trapani, le cassette di pesce fresco, il profumo di salsedine e di tonno alla griglia: in pochi minuti è chiaro che qui la vita gira intorno all’acqua. L’isola sembra piccola, ma tra cave di tufo, giardini sotterranei, antiche tonnare e calette color smeraldo, riempie senza sforzo un weekend lungo (e spesso fa venire voglia di tornare).
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Dove si trova Favignana e come arrivare davvero preparati
Favignana
Favignana è la maggiore delle isole Egadi, davanti alla costa occidentale della Sicilia, proprio di fronte a Trapani.
Vederla su una mappa aiuta a capire perché è così comoda: è abbastanza vicina alla terraferma da permettere gite in giornata, ma sufficientemente separata per dare subito la sensazione di “staccare”.
Per raggiungerla il punto di riferimento è il porto di Trapani, da cui partono sia aliscafo sia traghetti diretti all’isola. Gli aliscafi trasportano solo passeggeri e coprono la distanza in tempi brevi, mentre i traghetti, più lenti, consentono il trasporto delle auto. Le corse aumentano in estate, ma è sempre prudente verificare orari aggiornati e condizioni del mare, soprattutto se si viaggia in bassa stagione.
Arrivando da altre parti d’Italia, il percorso più semplice passa dagli aeroporti di Trapani o di Palermo, collegati alla città con bus e servizi privati: in poco tempo ci si ritrova al porto con il biglietto in mano. Chi viaggia in auto può raggiungere Trapani via autostrada da Messina, Catania o Palermo, lasciare il mezzo in un parcheggio vicino agli imbarchi e muoversi poi a piedi e in bici sull’isola, scelta spesso più pratica e leggera.
Una volta sbarcati, il primo consiglio concreto è questo: fermarsi subito in uno dei noleggi vicino al porto e prendere una bicicletta o uno scooter. Favignana è quasi completamente pianeggiante, le distanze sono brevi e in pochi minuti ci si ritrova con il mare davanti, senza il pensiero del parcheggio e del traffico. Esistono anche bus locali, utili per alcuni spostamenti, ma con orari meno flessibili rispetto alle due ruote.
Il periodo più piacevole per arrivare va da maggio a settembre, con giugno e settembre come mesi più equilibrati per temperature, luce e affollamento. Nei mesi centrali dell’estate le spiagge sono molto frequentate, ma il mare ha colori che restano impressi per anni.
Spiagge, calette e punti panoramici: come organizzare il giro dell’isola
Favignana
Favignana non è solo una: sono almeno trentatré chilometri di costa da scoprire, tra sabbia chiara, scogliere e grotte modellate dal vento e dalla mano dell’uomo. È utile dividere mentalmente l’isola in due versanti, orientale e occidentale, per costruire itinerari ragionati.
Sul lato orientale si concentrano alcune delle spiagge più note. Cala Azzurra è la più immediata: sabbia morbida, fondale basso e acqua chiara che assume sfumature chiare quasi lattiginose. È una zona molto amata da famiglie con bambini proprio per l’accesso semplice e per il mare tranquillo. Poco distante, Lido Burrone propone un lungo tratto sabbioso, con mare graduale e servizi vicini, un punto comodo se si cerca una base attrezzata per passare l’intera giornata tra bagni e partite a racchettoni.
Il nome che ricorre più spesso quando si parla di Favignana è però Cala Rossa. Qui il paesaggio cambia: al posto della sabbia ci sono pianori di tufo, terrazze naturali, discese scavate nella roccia e un mare che passa dal turchese acceso al blu intenso man mano che il fondale si approfondisce. L’accesso a piedi richiede un minimo di attenzione e soprattutto scarpette da scoglio: la ricompensa è nuotare in un’ampia insenatura dove l’acqua resta trasparente anche quando c’è movimento.
Poco oltre, il Bue Marino racconta la storia delle antiche cave. Le pareti “tagliate” a blocchi, i corridoi che si aprono verso il mare, i salti ideali per i tuffi e i giochi di luce tra gli anfratti creano uno scenario molto diverso dalle classiche spiagge da cartolina. Qui l’accesso è su roccia, il sentiero che scende è ripido in alcuni tratti e richiede passo fermo, ma gli amanti dello snorkeling trovano uno dei punti più interessanti dell’isola.
Spostandosi verso occidente la costa diventa più selvaggia e meno costruita. Cala Rotonda è una baia ad arco con scogli e piccole porzioni di sabbia, molto apprezzata anche per una grotta accessibile ai subacquei a qualche metro di profondità. Più avanti, verso Punta Sottile, ci si ritrova davanti a spiaggette minute come Cala del Pozzo o piccoli ingressi al mare come Cala Grande, con l’orizzonte che al tramonto si colora dietro il profilo di Marettimo. È il versante giusto per chi cerca più silenzio e ha voglia di esplorare.
Sul fronte nord si incontrano altre zone interessanti come Cala Faraglioni, con pareti rocciose che fanno da barriera naturale, e i Calamoni, un tratto in cui sabbia e scogli bassi si alternano, perfetto per un bagno veloce tra un giro in bici e l’altro. Da non trascurare la Grotta Perciata, cavità aperta verso il cielo in cui il mare entra formando una specie di piscina naturale, e piccole spiagge come Marasolo, con sabbia fine e acqua calma.
Per avere un quadro completo vale la pena inserire nel programma un giro in barca dell’isola. Vedere Cala Rossa, Bue Marino, grotte e faraglioni direttamente dal mare aiuta a capire come sono disposte le calette e permette di raggiungere punti accessibili con più difficoltà da terra, come la Grotta degli Innamorati citata spesso dai barcaioli locali. Esistono sia tour condivisi in barca o gommone, sia noleggi di piccole imbarcazioni, ma è fondamentale informarsi sulle regole dell’Area Marina Protetta Isole Egadi, la più estesa d’Europa, che definisce zone, limiti di velocità e divieti di ancoraggio.
Storia, cave e tonnare: cosa vedere oltre il mare
Favignana
Dietro le spiagge di Favignana c’è una storia lunga e per nulla superficiale. Le cave di tufo, il castello in cima alla montagna, la tonnara dei Florio, i giardini ipogei: tutto racconta di lavoro, fatica e ingegno.
Il grande protagonista del passato recente è l’Ex Stabilimento Florio delle Tonnare di Favignana e Formica, a pochi minuti a piedi dal porto.
Questo enorme complesso era una delle più grandi tonnare del Mediterraneo: nei capannoni si conservavano barche, reti e attrezzature, ma soprattutto si lavorava il tonno rosso, cucinato in grandi caldaie e conservato in latte sott’olio di oliva proveniente dalla Sicilia occidentale.
Oggi gli spazi sono stati restaurati e trasformati in un museo che racconta l’epopea della famiglia Florio, la tecnica della mattanza e il ruolo centrale della tonnara per l’economia dell’isola. Le vecchie caldaie, le sale delle conserve e le fotografie d’epoca aiutano a visualizzare come doveva essere l’isola in piena stagione di pesca.
Alle spalle del paese, sulla vetta del Monte Santa Caterina, si intravede il profilo del Castello di Santa Caterina, fortificazione che domina le Egadi e la costa siciliana. La salita non è banale, specie nelle ore più calde, ma una volta in cima la vista si apre a 360 gradi: si riconoscono Levanzo, Marettimo, la costa trapanese e, nelle giornate più limpide, anche le saline verso Marsala.
Il forte ha avuto vite diverse: torre saracena, presidio normanno, carcere in epoca borbonica, punto militare nel Novecento. Oggi è abbandonato, ma ancora visitabile, con ambienti spogli che conservano scritte sui muri e tracce delle varie destinazioni d’uso. Servono scarpe comode e una torcia se si vuole esplorare le parti interne.
Un altro volto dell’isola si scopre nei giardini ipogei. Le antiche cave di tufo, una volta esaurite, sono diventate con il tempo veri e propri giardini sotterranei, spesso sfruttati dagli abitanti per coltivare in un ambiente più riparato dal vento.
L’esempio più noto è il Giardino dell’Impossibile di Villa Margherita, nato dal lavoro di Maria Gabriella Campo, che ha trasformato circa 35.000 metri quadrati di cave dismesse in un labirinto verde con oltre 300 specie vegetali provenienti da vari Paesi. Tra gallerie, corridoi scolpiti e cortili, spuntano alberi da frutto, cespugli di piante aromatiche, cactus e piante esotiche. La visita, che richiede tempo e deve essere prenotata, è una delle esperienze più particolari per chi è curioso di capire come il paesaggio estrattivo sia stato riconvertito.
Chi ama le passeggiate urbane può dedicare mezza giornata al centro storico. Le case basse intonacate, le stradine pavimentate in pietra chiara e le tre piazze principali – piazza Marina (l’antica Camparia), piazza Europa e piazza Madrice – sono il teatro della vita quotidiana. Piazza Madrice ospita la chiesa parrocchiale, piazza Europa il municipio e la statua di Ignazio Florio, testimonianza di quanto la famiglia abbia inciso sul destino dell’isola.
La sera la via principale si riempie di persone che passeggiano, gelati in mano e bici al fianco, con tavolini all’aperto e profumo di pesce alla griglia che arriva dalle trattorie.
Sotto la superficie del mare, un altro capitolo: l’area marina protetta custodisce decine di siti di immersione, tra grotte, secche e pareti ricoperte di gorgonie e spugne. Zone come la Galeotta sono note per i banchi di saraghi e salpe, mentre la grotta di Cala Rotonda è adatta anche a chi ha poca esperienza. La presenza della posidonia, fondamentale per la biodiversità, rende le acque particolarmente ricche di vita. I diving center locali organizzano corsi, uscite giornaliere e pacchetti dedicati.
Per capire a fondo le Egadi, infine, è interessante dedicare almeno un giorno alle altre isole. Levanzo conserva un’atmosfera di piccolo villaggio di pescatori e un patrimonio unico nella Grotta del Genovese, con pitture e incisioni preistoriche.
Marettimo, più lontana, è la più montuosa e viene spesso scelta per tour in barca tra grotte e calette. Da Favignana le due isole si raggiungono sia con aliscafi di linea sia con escursioni organizzate.
Vita quotidiana, cibo e consigli pratici per godersi l’isola
Favignana
Favignana vive molto di ritmi lenti: ci si muove in bici, si pranza spesso all’aperto, si rientra al tramonto senza fretta, si esce di nuovo la sera per un aperitivo in piazza o una passeggiata verso il porto. Organizzare la giornata seguendo luce e mare è il modo più naturale per conoscerla.
Dal punto di vista gastronomico, l’isola è un riferimento per chi ama il pesce. La tradizione della tonnara ha lasciato in eredità una serie di piatti incentrati sul tonno in tutte le sue parti: polpette, “tunnina” in agrodolce, spaghetti con bottarga, lattume fritto o conservato sotto sale.
Non mancano i grandi classici della Sicilia occidentale come il cous cous di pesce alla trapanese, varianti locali di pasta con le sarde, sarde a beccafico, pane cunzato condito con olio, pomodoro, origano e spesso alici o formaggio. Uno sguardo al menù dei ristoranti mostra anche piatti a base di pesce azzurro – sgombri, sarde, lampughe – che raccontano una cucina legata a quello che il mare offre.
Chi ha passione per i dolci trova cannoli, cassata e soprattutto le cassatelle ripiene di ricotta e scaglie di cioccolato, tipiche del Trapanese e dell’area di Erice. In alcune pasticcerie e laboratori artigianali si trovano ancora preparazioni casalinghe firmate da signore dell’isola, con ricette tramandate da generazioni. Da assaggiare anche i liquori locali realizzati con erbe dell’isola, spesso serviti a fine pasto.
Per quanto riguarda il clima, tra maggio e settembre il tempo è in genere stabile e soleggiato, con acqua che si scalda progressivamente. Chi preferisce nuotare ma non ama la folla tende a scegliere giugno e settembre, quando le giornate sono ancora lunghe, i prezzi più morbidi rispetto all’alta stagione e le spiagge hanno spazi più ampi. Luglio e agosto portano più servizi e locali aperti, ma anche un flusso maggiore di visitatori.
Dal punto di vista organizzativo, per entrare davvero nel mood dell’isola vale la pena prevedere almeno 2-3 giorni pieni. Un giorno solo può bastare per un tour rapido in barca e un gelato in piazza, ma è con qualche notte in più che si riesce a combinare mare, cultura e vita serale. Un esempio di ritmo possibile: un giorno dedicato al lato est (Cala Azzurra, Lido Burrone, Cala Rossa), un giorno al lato ovest (Cala Rotonda, Cala del Pozzo, tramonto a Punta Sottile), uno dedicato allo stabilimento Florio, al centro storico, ai giardini ipogei o a una gita a Levanzo.
An advanced underwater vehicle (AUV), obtained by the Norwegian Offshore Directorate (NOD), a government agency responsible for managing and overseeing Norway's offshore energy and subsurface resources, has embarked on its first assignment to map subsea areas in the northern Norwegian Sea. The post Advanced underwater vehicle goes on first mission to chart Norwegian Sea’s subseascape appeared first on Offshore Energy .
An advanced underwater vehicle (AUV), obtained by the Norwegian Offshore Directorate (NOD), a government agency responsible for managing and overseeing Norway’s offshore energy and subsurface resources, has embarked on its first assignment to map subsea areas in the northern Norwegian Sea. While underwater areas have been mapped since the 1800s, simple weights were used in the early days to measure water depth and give the first indications of subsea structures and seabed morphology. There have been substantial technological developments since then, drastically expanding the understanding of the underwater world. The mapping is mainly achieved using ship-based multibeam echo sounders these days, which provide detailed overviews of the seabed. This data is supplemented with even higher-resolution surveys using AUVs, but this kind of advanced mapping used to be contracted out to private businesses. However, Norway’s Ministry of Energy funded the procurement of aHUGIN Superior AUVin 2025 through the Norwegian Offshore Directorate. This vehicle will be operated by the Norwegian Marine Data Centre (NORMAR), which is affiliated with the University of Bergen. This content is available after accepting the cookies. 70 more offshore exploration blocks widen Norway’s new oil & gas licensing round The AUV recently began its first expedition in the northern Norwegian Sea. Before starting its first job in early June 2026, the AUV was christened in Bergen, with multiple representatives attending the event, including those from the Norwegian Offshore Directorate, the Ministry of Energy, the Norwegian Institute of Marine Research, and the Kongsberg Group. Hilde Braut, Assistant Director for New Industries, highlighted:“This is important for Norway. Now that we have access to our own advanced mapping resources, we’re enhancing both the knowledge base and our ability to understand and manage deep sea areas in a responsible way. We’re looking forward to receiving data of very high quality – and to further refining knowledge about Norwegian deep sea areas!” The procured AUV can operate at depths of up to 6,000 meters, collecting high-resolution data about the seabed. This vehicle is capable of mapping structures and objects with very high precision using sonar, where sound waves are emitted and reflected. “In many ways, it operates like a bat underwater, orienting itself and gathering information using audio waves,”emphasized the Norwegian Offshore Directorate. This content is available after accepting the cookies. Norwegian oil & gas cash flow surpasses $74 billion as investment bill hits $30.71B Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
Vantage Drilling, a Bermuda-exempt offshore drilling contractor, has secured its shareholders’ blessing for its proposed business combination with Eldorado Drilling, an offshore drilling player backed by a group of well-known Norwegian investors. The post Shareholders cast their votes in favor of Vantage Drilling’s merger with Eldorado appeared first on Offshore Energy .
Vantage Drilling, a Bermuda-exempt offshore drilling contractor, has secured its shareholders’ blessing for its proposed business combination with Eldorado Drilling, an offshore drilling player backed by a group of well-known Norwegian investors. Vantage Drilling has revealed the results of the special general meeting (SGM) held on June 18, 2026, at the law offices of Conyers Dill & Pearman in Bermuda, after Eldoradotook steps to acquireVantage Drilling in a $257.6 million cash deal, backed by a $125 million equity commitment from its principal shareholder. “All matters proposed in the notice of the SGM were approved, including the proposed merger pursuant to which a wholly owned subsidiary of Eldorado Drilling AS is to merge with and into the company, with the company surviving as a wholly owned subsidiary of Eldorado Drilling AS,”emphasized the Bermuda-exempt firm. This merger is expected to strengthen drilling capabilities, customer relationships, and investment capacity. However, the business combination’s completion remains subject to certain conditions. Once it is implemented as a statutory merger under Bermuda law, Vantage will be a wholly owned subsidiary of Eldorado, but the surviving company’s name will remain Vantage Drilling International. Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
Presentata richiesta di concordato semplificato dopo la crisi generato dal calo degli ordini derivato anche dalla crescente concorrenza asiatica L'articolo Ecospray sulla via del tramonto, offerta di Carnival per brevetti, software e disegni proviene da Shipping Italy .
Ecospray Technologies Srl, una delle aziende italiane più innovative (quantomeno fino a qualche anno fa) nel panorama delle forniture navali e specializzata nella costruzione e installazione di scrubber (sistemi di depurazione e lavaggio di gas di scarico nel settore marittimo), è a rischio sopravvivenza. L’azienda controllata al 68,1% dalla svizzera Viridia Holding S.A. (riconducibile al presidente Maurizio Archetti) e partecipata al 31,9% da Piccapietra Finance (controllata di Costa Crociere e quini del gruppo Carnival Corporation), da circa un anno ha avviato presso il Tribunale di Pavia (a sede aziendale principale è a Voghera) un “percorso finalizzato a individuare una soluzione negoziale idonea a consentire il superamento della crisi e il riequilibrio della struttura economico-finanziaria”. Prima è stata presentata una domanda di concordato preventivo in bianco, ora una proposta di concordato semplificato (con il supporto dell’advisor Kpmg) basata su un’offerta ricevuta da Carnival che prevede: “l’Acquisto della titolarità dei brevetti, dei software, della documentazione di fabbricazione e progettazione, dei disegni tecnici e della modellazione di proprietà della società”, la “fornitura di finanza aggiuntiva al fine di garantire l’esito positivo del concordato semplificato per un contributo complessivo a Ecospray di 2,5 milioni di euro”.
In cima alla lista dei creditori ci sono due banche (Bper Banca e Credit Agricole Italia esposte per quasi 2 milioni di euro per la parte non assistita da garanzia Sace o Mediocredito Centrale) più diversi altri crediti commerciali. La proposta di risanamento riconoscerebbe ai crediti di natura chirografaria il 15,3% e il 100% del dovuto ai crediti privilegiati (dipendenti ad esempio, numericamente scesi da un centinaio a 59 unità).
A proposito delle cause che hanno portato allo stato di crisi, Ecospray richiama “una pluralità di fattori riconducibili sia a dinamiche macroeconomiche e di mercato di natura esogena, sia a elementi di carattere strutturale, operativo e finanziario, che hanno progressivamente deteriorato l’equilibrio finanziario della società”. Fra questi la “progressiva saturazione della domanda di impianti scrubber”, ma anche “gli effetti della pandemia di Covid-19 che ha inciso in maniera particolarmente significativa sul comparto crocieristico, determinando un blocco o un rinvio degli investimenti da parte dei principali operatori internazionali, incluso il Gruppo Carnival, principale cliente di Ecospray”. Oltre a ciò, “il settore ha registrato un’intensificazione della pressione competitiva a livello globale” ma, in particolare, da parte di “operatori extra-europei, soprattutto asiatici, caratterizzati da strutture di costo significativamente inferiori e da sistemi di sostegno pubblico più incisivi”.
N.C.
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The UK’s newest subsea trials site has made waves with a multi-robot demonstration, highlighting its potential to accelerate marine autonomy and ocean sensing. The Smart Sound Connect Subsurface (SSCS) project — part of Plymouth’s growing marine innovation hub — showcased cutting-edge underwater testing infrastructure and is now inviting industry and research partners to join future trials. The post UK’s testbed on the lookout for partners after spotlighting subsea range with multi-robot demo appeared first on Offshore Energy .
The UK’s newest subsea trials site has made waves with a multi-robot demonstration, highlighting its potential to accelerate marine autonomy and ocean sensing. The Smart Sound Connect Subsurface (SSCS) project — part of Plymouth’s growing marine innovation hub — has showcased cutting-edge underwater testing infrastructure and is now inviting industry and research partners to join future trials. TheSmart Sound Connect Subsurfaceproject, part of Smart Sound Plymouth, led by the University of Plymouth, with Plymouth Marine Laboratory (PML), saw platforms fromACUA Ocean,ecoSUB Robotics,Seaber, andSonardyneworking together above and below the surface, before the new subsea testbed designed to accelerate the UK’s marine autonomy and ocean sensing wrapped up its live, multi-marine surface and subsea robotic platform demonstration that emphasized its underwater testing capabilities. Professor James Fishwick, Head of Innovation for Smart Sound Plymouth (at PML), commented:“Smart Sound Plymouth is going from strength to strength. The addition of the subsurface network enables even greater integration between platforms and supports our state-of-the-art testing capabilities for autonomous vehicles and advanced technologies. “It complements the high-speed military-encrypted network above the surface and helps provide a fully connected environment. This successful technology demonstration further reflects Plymouth’s place as a world-leading hub for marine autonomy.” The all-day collaborative demonstration enabled visitors from business, science, defence and national bodies to view the potential of the three-year, £1.2 million ($1.59 million) SSCS project, whose key element is the seabed node array, which provides absolute positioning and communications using passive ultra-short baseline (USBL) technology for testing underwater systems in a real-world highly characterised testing environment. Iain Vincent, Director & General Manager at ecoSUB Robotics, stated:“Smart Sound and the SSCS environment has already been an extremely useful resource for ecoSUB Robotics. Most recently we have collaborated with Sonardyne on the development of a subsea AUV launch and navigation solution. “Smart Sound provided the perfect place to test this technology, with easy access to open water, vessels and subsea nodes, and an outgoing and helpful community who support activity.” Provided by Sonardyne, the SSCS’ infrastructure extends Smart Sound Plymouth and the Western Channel Observatory, through a seabed node array for absolute positioning and communications, alongside other intelligent sensors within a highly characterised environment. During the demonstration, both the University of Plymouth’s Seaber autonomous underwater vehicle (AUV) and an ecoSUB AUV navigated simultaneously using only the seabed node array. Dr. Lilian Lieber, Senior Research Fellow at the University of Plymouth, underlined:“SSCS provides a unique opportunity to test new ocean observing technologies. For me, its value lies in turning prototypes and field-tested technologies into trusted data streams, accelerating ocean observing towards autonomous sensing and near-real-time insight. “This helps turn ocean data into actionable intelligence for climate resilience, early warning and preparedness, while the infrastructure itself enables technology innovation and stronger industry collaboration.” Pioneeruncrewed surface vessel (USV) from Plymouth-based ACUA Ocean tracked and controlled at the surface an AUV from Southampton-based ecoSUB using a Sonardyne Ranger 2 Gyro USBL positioning system on the USV, which wirelessly harvested data from a permanently deployed Sonardyne Origin 600 acoustic Doppler current profiler (ADCP) in the SSCS that also transmits real-time data to shore, and a live internet feed as part of the Western Channel Observatory – via the long-running L4 oceanographic monitoring station. Additionally, Marine AI showed the ability to continue navigating, even when GNSS drops out, using Sonardyne’s SPRINT-Nav, based on trials in the SSCS earlier this year. The demonstrations were viewed live by guests from the UK and overseas within PML’s onshore remote operations centre at its campus in Plymouth. Geraint West, Business Development Advisor at Sonardyne, underscored:“This ability to test and accelerate marine autonomous system innovation in a known environment with the type of infrastructure we now have in the SSCS is a real boost not just for Plymouth. “The demonstration had interest from around the UK and internationally, with visitors from North America and Asia and from a wide range of stakeholders, military, commercial, science and industry. It just shows the reputation Plymouth now has and continues to build for marine autonomy, thanks to the environment, ecosystem and collaboration we have in the city and in Plymouth Sound.” As the Smart Sound Connect Subsurface project team is seeking additional research and development partners to collaborate in further trials of the SSCS testing environment, it encourages anyone interested in testing new subsea vehicle operations, underwater data telemetry, or any other use of the new infrastructure to contactAaron Barrett, Lecturer in Autonomy at the University of Plymouth, regarding getting involved. John Hunnibell, ACUA Ocean’s Chief Product Officer, said:“This demonstration provided an excellent opportunity to demonstrate the persistent mission utility and seagoing characteristics of our USV Pioneer as a ‘mothership’ for nested robotics, data harvesting and data transfer at sea. “Specifically, we used this event to demonstrate that the USV Pioneer can deliver subsea monitoring and security for critical underwater infrastructure by teaming with multi-static seabed sensor nodes. It was also a great way to develop our relationships with capable, credible technical partners: Sonardyne, ecoSUB, PML and the University of Plymouth in Smart Sound Plymouth.” Take the spotlight and anchor your brand in the heart of the offshore world! Join us for a bigger impact and amplify your presence at the core hub of the offshore energy community!
Stigmatizzata la totale vacanza di questi temi nella riforma: "Lavoro usurante e formazione per il ricambio non più procrastinabili" L'articolo Fit Cisl: “Nel porto di Genova sempre più lavoratori over 50 in banchina” proviene da Shipping Italy .
Nel porto di Genova l’età media dei lavoratori impegnati sulle banchine continua ad aumentare e una parte consistente degli addetti ha ormai superato i 50 anni. Un dato che evidenzia la necessità di riconoscere la particolare gravosità di una professione caratterizzata da turni, lavoro notturno, sforzi fisici e condizioni operative complesse.
È il sunto del confronto promosso dalla Fit Cisl Liguria con il convegno organizzato a Palazzo San Giorgio, sede della Port Authority genovese, dal titolo “Porti e lavoro: le sfide del cambiamento – Attrarre nuove competenze e riconoscere la professione come usurante”.
“Il lavoro portuale non è un lavoro come gli altri. Si svolge ventiquattro ore su ventiquattro, richiede elevata professionalità, comporta responsabilità importanti ed espone a rischi e condizioni di particolare gravosità. Per questo continuiamo a chiedere con determinazione il riconoscimento del lavoro portuale come attività usurante: non si tratta di una rivendicazione corporativa, ma di una questione di giustizia sociale. Non servono ulteriori rinvii. Il Fondo rappresenta uno strumento fondamentale per accompagnare con dignità i lavoratori negli ultimi anni della vita professionale e, allo stesso tempo, favorire il ricambio generazionale e l’ingresso di nuove competenze nel settore” ha spiegato Vincenzo Pagnotta, segretario nazionale Fit Cisl. Che poi ha richiamato l’attenzione sulle trasformazioni che stanno interessando il sistema portuale. “Digitalizzazione, automazione e intelligenza artificiale rappresentano una grande opportunità, ma il cambiamento deve essere governato e accompagnato attraverso la partecipazione dei lavoratori e investimenti strutturali nella formazione. La tecnologia deve essere al servizio della persona e contribuire a migliorare sicurezza, qualità del lavoro e competitività”.
“Nella riforma dei porti all’esame del Parlamento si affrontano spesso temi molto tecnici: bilanci, investimenti, flussi, assetti organizzativi e bilanci. Questioni certamente importanti, ma che da sole non bastano e non ci appassionano perché non c’è nulla sul fattore umano. Occorre riportare al centro il lavoro portuale, affrontando finalmente tutte le questioni di chi quei bilanci li rende possibili attraverso il proprio lavoro e il proprio sudore quotidiano” ha detto Luca Maestripieri, segretario generale Cisl Liguria.
“Contestualmente, denunciamo la necessità di grandi investimenti in formazione specifica che permetta nei lavori portuali l’ingresso di nuove professionalità. Dobbiamo garantire il ricambio generazionale e conservare quel patrimonio di competenze che ogni giorno rendono il nostro sistema portuale ligure una grande eccellenza europea e mondiale” ha aggiunto Mauro Scognamillo, segretario generale Fit Cisl Liguria.
“I lavoratori portuali in Italia dal 1984 ad oggi sono passati da 21.000 a poco più di 16.000. Il porto in questi anni è cambiato, ma il fabbisogno di lavoro non è diminuito, anzi è cresciuto. La riduzione della forza lavoro a fronte di una crescita dell’intensità delle operazioni non ancora agevolata dall’innovazione tecnologica ha di fatto ‘usurato’ i lavoratori presenti in porto, che oggi giustamente richiedono di inserirlo tra quelli usuranti” ha sottolineato Andrea Appetecchia (Responsabile dell’Osservatorio Logistica e Trasporto Merci di Isfort).
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